Oi, oi! Como você está?
(
Sinta-se à vontade para responder à pergunta nos comentários. Responda-a sinceramente, porque eu sinceramente desejo saber como você, que está lendo isso agora, está.)
Decidi fazer um post minimamente decente hoje, ainda que, de certa forma, bastante pessoal.
Acabo de conseguir o Volume 8 de Ouran High School Host Club. \o/ Procuro por ele há um ano, mas ainda não terminei minha coleção. Se alguém souber dos volumes 13, 14, 15 ou 16, por favor, me dê um toque, eu estou procurando há um tempão por eles.
Inspirada por minha recente aquisição, resolvi fazer duas listas: 10 mangás que eu quero ver relançados e 10 mangás que eu quero ver lançados por aqui. Let's go!


10 mangás que eu queria que fossem relançados:


1. Fullmetal Alchemist, Hiromu Arakawa - No formato Tankobon, porque a edição "Chico Picadinho", que nos brinda com as 80 páginas mais caras da vida, só serve se você está publicando algo simultaneamente com o Japão ou se você está publicando algo inteiramente novo.
2. Ouran High School Host Club, Bisco Hatori - No formato Tankobon hardcover, que é o com a capa dura.
3. Kare Kano, Masami Tsuda - Do jeitinho que era, só pra que pudesse comprar e ter pra mim. Apesar do estupro da Yukino (Que meio que estragou a história pra mim), ainda assim... Esse manga é muito amor! Além de ser um dos mangás que mais tocou meu coração.
4. Yu Yu Hakusho, Yoshihiro Togashi - Tankobon hardcover também. Porque amo. E porque sim. (
Se eles pudessem lançar uns boxes com o animê, também era bom. O anime de Yu Yu Hakusho, pra mim, é o supra-sumo da dublagem nacional de animês)
5. Paradise Kiss, Ai Yazawa - Eu amei ParaKiss. Mais que Nana. Eu sempre fui fascinada por moda (quase prestei vestibular pra Moda, na verdade) e o traço da Yazawa, por mais que tenha me causado estranheza no começo, é fenomenal. Simplesmente fora de série de tão lindo! E ela tem traço pra quem desenha sobre moda. Tenho lembranças lindas de quando li ParaKiss e compraria com o maior prazer um Shinsoban Hardcover (que é a que traz extras e novidades).
6. XxX Holic, CLAMP - AMO Holic, mesmo tendo visto tão pouco desse manga. Eu não consegui aturar Tsubasa, mas tem algo especial em Holic pra mim - eu acredito, sinceramente, que esse "algo" é a Yuuko. Gostaria de vê-lo na edição Shinsoban.
7. Fruits Basket, Natsuki Takaya - Foi um dos primeiros shoujos que eu aceitei na minha vida e eu realmente tenho lembranças singelas dele. Além do que, a Hanajima foi meu único cosplay, então, é especial. Do jeitinho que ele era está muito bom pra mim, mas se pudesse vir numa edição melhor, ia ser mais legal.
8. Tokyo Babylon, CLAMP - Edição tankobon hardcover seria perfeito. Eu tenho apenas 2 volumes da versão publicada aqui, mas eu ficaria ululante se ele fosse relançado, sem contar que a edição lançada no Brasil é bem fraquinha e meio mal-feita.
9. MeruPuri, Hino Matsuri - É o único mangá da Hino Matsuri que eu gosto. Gosto o traço da Hino Matsuri neste manga e, por acaso, amo a história, então eu realmente ficaria feliz com uma edição Shinsoban em capa dura. Poderia até ser volume único, eu nem ia ligar.
10. Conde Cain (Cobrindo os 2 arcos: Conde Cain e God Child), Kaori Yuki - Acho que esse foi o meu maior e mais fatal amor de banda desenhada. Conde Cain fechou meu ciclo otome (apesar de eu começar a aceitar que otome é algo que é pra sempre) da adolescência após ter alimentado-o por uns 3 anos a fio. Eu não gostei do final, acabei me decepcionando com a Kaori Yuki depois de conhecer melhor suas obras, mas eu amo esse manga e devo à Yuki um dos meus melhores companheiros literários. Eu compraria uma edição de capa dura sem reclamar do preço.

Menções honrosas: "Marmelade Boy", de Wataru Yoshizumi, que foi um dos primeiros mangás que se fixou na minha cabeça. Otomen, de Aya Kanno, que recebeu um péssimo tratamento da Panini, apesar de sua história fofa e cheia de potancial. "Peach Girl", de Miwa Ueda, outro que sofreu com o descaso e a falta de experiência/interesse de sua editora.


10 mangás que eu queria que fossem lançados:


1. Versailles no Bara, Riyoko Ikeda - Foi lendo sobre este manga que meu amor pelo shoujo floresceu. Eu sempre amei as tomboys que se disfarçam de garoto e que lutam por si mesmas - Minha heroína Disney favorita sempre foi a Mulan, oras! - e esse mangá ajudou muito nessa paixão sem freios que eu tenho pela temática. Este é um mangá muito importante para a história do mangá e do shoujo, acho que é um pecado algo tão vital não ter sido nunca publicado no Brasil. Dizem que ele é meio "underground" no Japão, apesar de sua importância, e isso só me faz querê-lo mais. Shinsoban, pelamor de Deus!
2. Hana Yori Dango, Yoko Kamio - Foi outro mangá que me impulsionou ao amor por shoujo. Eu amo o estilo e amo a proposta dele. Fansubber pra mim não basta, quero um tankobon, editoras! Quero agora!
3. Cantarella, You Higuri - Devo a este manga a minha descoberta dos Borgia, minha família corrupta histórica mais querida. Queria muito, muito, muito poder lê-lo. Sem contar que o traço é de matar! E tem um climinha homoerótico que eu nem amo, né? haha
4. Blood Hound, Kaori Yuki - Porque Kaori Yuki desenhando sobre um host club só de vampiros é muito amor! Ela, vampiros e host club era o que eu mais amava quando tinha 14 anos (Ainda amo muito). Também é a única proposta da desenhista que não me parece igual às demais, que me parece capaz de se desenvolver de forma diferente dos demais mangás da autora, que sempre são ambientados em situações diferente e que sempre trazem informações legais sobre os temas envolvidos, mas que acabam SEMPRE orbitando em torno de um romance tóxico com arzinho homoerótico - quando não são homossexuais assumidamente. Isso não é ruim, não fosse o fato de se repetir tanto. Quando não é um casal yaoi formado por um servo e um senhor, é algo sobre incesto. Às vezes, são ambos. Blood Hound parece que pode se desenvolver e escapar ao efeito Conde Cain.Tankobon neles, minha gente!
5. Kakumei no Hi, Mikiyo Tsuda - Foi o manga que inspirou o nome do blog, logo, não poderia ficar de fora. Ele, por acaso, também tem a temática tomboy/genderbender, sendo sobre a namorada de um dos personagens de Princess Princess (outro mangá que me traz lembranças ternas). Eu cheguei a ver uns capítulos, mas acho que o fansubber deve até ter saído do ar depois de tanto tempo. Apesar de as histórias da Tsuda cansarem o leitor às vezes - não por serem complexas, já deixo claro - eu realmente gosto deste mangá. E o casal Megume/Mikoto é lindo! <3 Então, sim, eu queria um tankobon lindão de Kakumei no Hi!
6. Anatolia Story, Chie Shinohara - Cheguei a ler alguns capítulos, era uma série muito, muito boa, com um traço antigo muito encantador, que lembra um pouco o traço de Utena, mas com algo menos floreado, eu diria. Eu adorei a premissa de viagem no espaço-tempo e eu acho que, dentre todos os mangás que eu li, esse tem uma protagonista que é especialmente boa e cativante. E os meninos... Fiu, fiu pra eles. ;P
7. Boy next door, Kaori Yuki - Gosto dela, sim. u.u Apesar de praticamente todas as suas histórias se repetirem, eu realmente acho que essa é a melhor obra da mangaka. É uma história curta, um volume único, mas é fantástica e impressionante, e te impressiona da forma que se propõe a fazê-lo. É, apesar de tudo, uma repetição da mesma premissa que enche vários mangás de Yuki-san, mas muito mais bem construída e mais bem desenvolvida do que nos outros mangás - e, por isso, vale mais a pena que qualquer outro.
8. Kaze to ki no uta, Keiko Takemiya - Eu sempre me senti intrigada e interessada por esse mangá. É um shounen-ai antigo, com traço lindo e uma história realmente boa. Há coisas questionáveis, mas eu ignoro-as e coloco-o aqui porque ainda exerce fascínio ímpar sobre mim (
O mesmo pode ser dito de "O coração de Thomas, ou "Tooma no Shinzou", da Hagio Moto).
9. Ao haru ride, Io Sakisaka - Eu conheço pouco deste mangá, mas, pelo que vi, estou quase colocando-o como um dos mangás mais bem-desenhados que já vi. O traço tem clareza, é bonito e esmerado, mesmo no meio do mangá, quando você pode relaxar um pouco (Muitos shounens têm capas lindas, mas miolos com erros e desleixos grotescos, mesmo quando os desenhistas possuem uma equipe para respaldá-los). E a história é realmente encantadora. Eu daria tudo pra vê-lo aqui! (
Lembrete: Sai anime de Ao Haru Ride em breve! ;) ) (Outra coisa: Obrigada pela sugestão, Biacchi, sua linda! )
10. Kimagure Orange Road, Izumi Matsumoto - Apesar de ser o típico em que as capas são mais bonitas que o miolo, esse mangá foi o primeiro que me tocou sem que eu o tivesse visto. Li sobre ele antes de ser otome, com 9 anos (acredito), em uma revista sobre manga e anime que eu só comprava por achar os desenhos bonitos. E as ilustrações na matéria, a história contada... Eu me encantei e esse encanto nunca foi embora, então, acho justo que esse mangá esteja nesta lista.



Menções honrosas: Confidential Confessions, de Reiko Momochi, pelo conteúdo sincero e com tom de denúncia das hipocrisias do Japão para com suas garotas. Kakan no Madonna, de Chiho Saito, por falar dos Borgia também - e porque a Saito-sama é muito importante pro Shoujo mangá, não pode faltar! (Já tenho Utena, aliás). Glass Mask, de Suzue Miuchi, porque também é meu must-have enquanto fã de shoujo, e por ser um ícone queridíssimo dos japoneses até hoje. Hana-kimi, de Hysaya Nakajo, que tem a minha temática favorita (Garota disfarçada de garoto).


Bom, essa é a minha lista. Agradecimentos especiais ao falecido Shoujo House, da Valéria, que me apresentou muitas coisas diferentes e interessantes. Pretendo fazer uma resenha de cada um dos 10 mangás que eu quero ver aqui, com a história, imagens e o porquê de eu querê-los.
No futuro, conforme as coisas forem sendo lançadas, eu vou atualizando e reformando a lista.
E você, leitor, quer ver quais mangás relançados ou lançados aqui? ;)
Conta aí! Quero saber!
Espero que você esteja bem e, se não estiver, espero que fique.
Tenha uma semana linda!
Um beijo!


Tenie F. Shiro.




- Postado por: Tenie F. Shiro às 02h36

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